Como o diálogo não funcionou, os 50 funcionários demitidos procuraram o Sindicato dos Empregados no Comércio de Garanhuns para tentar uma solução. O Sindec então propôs que a MR realizasse, ao menos, um adiantamento de 50% do valor das rescisões, mas a empresa através de seus representantes não aceitou.
O sindicato promoveu uma nova reunião com a Gerência Regional do Ministério do Trabalho em Garanhuns no sentido de mediar a situação. Novamente foi proposto à empresa uma proposta semelhante à primeira, mas sem sucesso. Diante da intransigência da MR, os trabalhadores, bastante revoltados, estão promovendo ações na Justiça no sentido de receber todos os seus direitos.
"Fomos todos para a frente do depósito da MR que fica ali próximo à Metroplaza, mas o gerente não nos recebeu para dialogar. A segurança foi reforçada. Se tem algum bandido nessa história não é a gente", disse um dos demitidos ao V&C Garanhuns.
A cidade de Garanhuns vive dias difíceis quanto ao nível de emprego. Se por um lado há previsão de instalação de novos investimentos privados a médio prazo, que prometem gerar uma quantidade significativa de novos postos de trabalho, do outro, algumas empresas da cidade estão enfrentando sérias dificuldades financeiras, sendo obrigadas a promover dezenas de demissões todos os meses, como estas ocorrida na Schincariol no início de fevereiro. O resultado é preocupante, pois o número de demissões estão superando o número de contratações em Garanhuns e, nessa curva negativa, o principal prejudicado é o trabalhador que perde o emprego gerando um problema econômico e social para si e para o próprio município. Social, porque uma demissão provoca enorme sofrimento psicológico ao cidadão e sua família. Econômico, porque, sem dinheiro, o consumo diminui, o comércio fica estagnado e novas demissões acontecem. A crise está a espreita e as dificuldades virão em ano de amargo arrocho fiscal, mas essa condição não pode servir jamais como álibi para que empresas firam direitos trabalhistas e deem calote.
O sindicato promoveu uma nova reunião com a Gerência Regional do Ministério do Trabalho em Garanhuns no sentido de mediar a situação. Novamente foi proposto à empresa uma proposta semelhante à primeira, mas sem sucesso. Diante da intransigência da MR, os trabalhadores, bastante revoltados, estão promovendo ações na Justiça no sentido de receber todos os seus direitos.
"Fomos todos para a frente do depósito da MR que fica ali próximo à Metroplaza, mas o gerente não nos recebeu para dialogar. A segurança foi reforçada. Se tem algum bandido nessa história não é a gente", disse um dos demitidos ao V&C Garanhuns.
A cidade de Garanhuns vive dias difíceis quanto ao nível de emprego. Se por um lado há previsão de instalação de novos investimentos privados a médio prazo, que prometem gerar uma quantidade significativa de novos postos de trabalho, do outro, algumas empresas da cidade estão enfrentando sérias dificuldades financeiras, sendo obrigadas a promover dezenas de demissões todos os meses, como estas ocorrida na Schincariol no início de fevereiro. O resultado é preocupante, pois o número de demissões estão superando o número de contratações em Garanhuns e, nessa curva negativa, o principal prejudicado é o trabalhador que perde o emprego gerando um problema econômico e social para si e para o próprio município. Social, porque uma demissão provoca enorme sofrimento psicológico ao cidadão e sua família. Econômico, porque, sem dinheiro, o consumo diminui, o comércio fica estagnado e novas demissões acontecem. A crise está a espreita e as dificuldades virão em ano de amargo arrocho fiscal, mas essa condição não pode servir jamais como álibi para que empresas firam direitos trabalhistas e deem calote.
Fonte: http://www.vecgaranhuns.com/
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.